sexta-feira, 29 de maio de 2009

Yone você tá sempre bem?

To, por incrível que pareça... até quando estou mau.
Não entendeu?
Explico:
por mais difícil que as coisas sejam eu ainda tenho muito o que agradecer!
Claro que fico triste, choro, me afasto, decepciono, doo, me arrependo, sangro, não entendo, penso que não vou conseguir, me sinto abandonada, me sinto só, pequena...
Me permito sentir o que estou sentindo, mas isso passa rapidinho... basta olhar prá dentro e saber que faço o melhor que posso, que uma energia superior cuida de mim, que tenho filhos incríveis e amigos adoráveis.
Escolho transformar a situação ao invés de enfatizar o sofrimento, penso que devo usar o tempo sendo útil pois ele não espera por mim (se é que ele existe).
Não vim aqui a passeio e a semente que planto é a do bem, o bem até fica triste mas traz consigo a essencia da alegria!
Não, não sou um personagem (atriz é minha filha(habilitada/profissional) ano que vem), o que eu falo é de dentro prá fora, eu sou assim mesmo, desse jeito.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Conclusão da minha monografia "A inclusão de pessoas com necessidades educativas especiais na instituição escolar" Por: Yone Piras Leite da Silva

Caso se interesse em usá-la, disponha mas por favor cite a fonte pois ela está registrada e seu uso sem a citação do autor é crime)

Conclusão

Após os estudos feitos nessa monografia, concluo:
1. as escolas(assim como todas as outras instituições) devem se abrir às diferenças: sendo a escola um dos maiores espaços sociais, deve-se fazer cumprir a lei e a sua função social, pois assim o educando terá uma maior oportunidade de vida com qualidade.(MANTOAN, 2001, p.68)

2. a legislação diz garantir direitos, mas os mesmos, em sua maioria, ainda não foram alcançacos: ainda há um longa caminho e percorrer e muitas barreiras a serem derrubadas para se conseguir o que se diz de direito, pois nem sempre é possível transformar a intenção em ação. a Não se muda escola com um passe de mágica(MANTOAN, 2001, p.69)

3. é fundamental a formação continuada do professor: o professor não é o único responsável quando ocorre deficiência (sic) no sistema educacional, mas seu aprimoramento constante deve ser oportunizado para que não haja defazagem entre as possibilidades de atualização científica e tecnológica entre ele e o educando.

4. é preciso articulação entre a educação, a família, demais áreas envolvidas e a sociedade em geral a escola, apesar de ter grande influência na formação e construção do cidadão, não é suficiente para fazer isso sozinha. O educando sofre influências externas a ela (escola), portanto, é preciso o envolvimento e comprometimento de todos os membros da sociedade.(Declaração de Salamanca, LDB).
O fracasso é resultado de um complexo mecanismo que reúne fatores sociais, políticos, linguísticos, históricos e culturais e que provém daqueles profissionais que, dando-se conta ou não, voluntariamente ou não, representam e reproduzem a ideia de um mundo homogêneo, compacto, sem variações, sem fissuras,(SKLIAR, 2001, p.13)

A semente da inclusão está plantada e pode germinar, mas assim como todas, somente germinarão as boas sementes plantadas e com bom cultivo.
Por sermos todos diferentes, somos todos iguais.
Nós educadores, trabalhamos com o "material" mais precioso do mundo: o humano.
Sua preciosidade está exatamente em ser único: pensar, construir, reconstruir, enfim, ter ideias e fazer escolhas.
Se desconsiderarmos as diferenças, tentando nivelar nossos educandos, com certeza, perderemos o que eles têm de melhor e todos cairemos na mesmice, dando fim a qualquer possibilidade de criação, e por consequência disso, parar o crescimento emocional, científico, tecnológico...
È preciso competência, paixão, desejo, tempo e muito trabalho para que a inclusão seja construída.
A inclusão só acontecerá com a percepção e respeito à individualidade, mas isso, coletivamente.
Temos posturas diferentes como por exemplo, Mantoan e Skliar, mas ambos se ocupam e buscam melhorias para as pessoas e, em especial, para os educando, no caso da educação. Percebe-se então, existirem vários caminhos para que o aluno sinta-se confortável e participativo na sociedade em que vive e isso é o mais importante.
A inclusão é um desses caminhos e, quando acontecer, trará benefíco a todos. (SILVA, Yone Piras Leite, 2003,p.30)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Texto que "faz minha cabeça"


TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER, APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA (Pedro Bial)

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendi lá:
1. Compartilhe tudo.
2. Jogue dentro das regras.
3. Não bata nos outros.
4. Coloque as coisas de volta onde pegou.
5. Arrume a sua bagunça.
6. Não pegue as coisas dos outros.
7. Peça desculpas quando machucar alguém.
8. Lave as mãos antes de comer e reze antes de deitar.
9. Dê descarga.
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.
11. Respeite o outro.
12.Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... e desenhe.. e pinte... e cante... e dance... e brinque... e trabalhe um pouco todos os dias.
13. Tire uma soneca às tardes.
14. Quando sair, cuidado com os carros.
15. Dê a mão e fique junto.
16. Repare nas maravilhas da vida.
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.
NOTE:Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo ou ao seu mundo e verá como ele é verdadeiro, claro e firme.
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.

Isso eu recomendo!!


Este livro mostra como a mulher tem sido vista e tratada, ao longo dos tempos, como os lobos, criaturas perigosas e violentas, algumas vezes ou intuitivas e criativas, outras vezes. Uma mulher que enfrenta seus medos e lida com seus sonhos sobre relacionamentos e maternidade. A escritora, Clarissa Pinola Estés, uma analista Junguiana, também é uma contadora de histórias, e foi através dos estudos de algumas lendas como "O Patinho Feio", "Barba Azul", "A Menina dos Fósforos", que ela identifica a essência da alma feminina, a mulher selvagem que vive em todos os lugares e todos os tempos. E é através da interpretação destas lendas que a autora nos propõe o regate de nosso lado selvagem e nossa liberdade. É um excelente livro e recomendo tanto para as mulheres como paras os homens, pois é muito esclarecedor e uma boa fonte para o autoconhecimento.


Amo a diversidade humana! A diferença é que faz a diferença, amo: ler, arte, cultura... não sou uma pessoa de grandes possibilidades, mas dentro das que eu tenho, acredito que são bem aproveitadas, experiências bastante ricas. Deixo aqui indicações de algumas coisas que vi e que acredito que você também gostará, vale a pena conferir.











sábado, 16 de maio de 2009

Não existe receita

http://www.youtube.com/watch?v=Hb62xqOIDeA

São poucas as verdades absolutas (se é que existem).
O que é bom prá mim, pode não ser prá você e vice versa.
Chiii lá vou eu:
Cada um é cada qual
cada caso é um acaso
cada situação é uma ação
cada ação é uma reação
cada lugar é um lar
cada evoluçao é um tempo

sexta-feira, 15 de maio de 2009

"Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:- Aquele que eu alimento mais frequentemente."Paulo Coelho
Tenho em mim todos os sentimentos que alguém pode ter, mas tomo cuidado antes de agir por impulso porque sei que o que se faz, não tem como se desfazer.
Depois que alguma coisa acontece não dá prá fazer de conta que não aconteceu, tá feito e as consequências existem.
Sei da "lei da impermência" (nada é para sempre) e tambem sei que "o cristal depois de quebrado pode ser colado, mas as trincas ficam.



"Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida."

Sou mais,
sou menos,
sou equilíbrio.

Tenho o bem,
tenho o mau,
tenho o discernimento.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O meu direito acaba onde o seu começa e vice-versa

ou, em áreas comum a ambos se houver respeito, tudo dá certo!
A gente pode tudo (dentro do possível) desde que dê conta e não faça mau a si mesmo e/ou ao outro.
Não gosto de "rótulos" para pessoas, penso que ser é diferente de estar.
Sou do bem, quero conviver socialmente bem (pois vivo em sociedade) com todos os seres independentemente das escolhas que cada um faz para si, porque "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é"(música Dom de iludir).
Mas não quero ser amiga pessoal de quem faz mau a outro propositadamente e com consciência (se é que isso existe), e não quero ser amiga de anônimos pois penso que um amigo(a) verdadeiro não tem porque se esconder de mim, ele sabe que fico feliz em vê-lo, mas o respeito, acima de tudo!
Então, não me importa sexo, idade, raça, cor, cultura, crença, opção sexual, classe social, conhecimento, estética, ..., ..., o que importa prá ser meu amigo é: ser comprometido com o universo no sentido de querer/fazer que todos/tudo que passem por seu caminho se sintam da melhor maneira possível!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pergunta que não quer calar!

Qual e de quem é o interesse em "exaltar" a crise?

O assunto do momento é a crise, por que?
Por que tanta divulgação nos meios de comunicação à massa sobre crise, tragédia, desumanidade...?
Qual o interesse nisso?
A quem benificia?
Sim, tenho noção do que está acontecendo no mundo, e é por isso mesmo que faço essas perguntas!
Juntamente com esses acontecimentos "difíceis" e em quantidade bem maior, tem muita coisa positiva acontecendo.
Existem milhares de pessoas se movimentando para um mundo bom e justo.
Ah, mas isso não dá audiência, não vende jornal/revista... me poupem, que diferença me faz se fulano casou ou separou de fulana, se tava bem ou má vestida na festa... e por aí vai...
Retornando às pessoas solidárias, comprometidas com a humanidade: temos profissionais (ou não) maravilhosos trabalhando em prol do bem comum, fazendo descobertas, ganhando prêmios por capacitação.... mas isso... não ocupa lugar de destaque em divulgação.
Falando por mim, recebo informações "bato no liquidificador, passo na peneira" e só "bebo" o que eu escolher porque tenho cabeça, penso e sou lúcida!
Não me importo em marchar contrária à multidão se souber o que estou fazendo!
Não engulo '"gato por lebre".
Por que sem crise ou com crise, existem pessoas que "dão certo"?
- Penso que é porque elas simplesmente escolheram administrar as dificuldades e ficar bem.
Escolheram ao invés de se adaptar ao fundo do poço, buscar uma saída e ir prá luz.
A vida é maravilhosa, as dificuldades são oportunidades para aprendizado e crescimento (evolução) e eu (mesmo bombardeada por tanta informação que tenta induzir para a infelicidade e baixa estima) vou exaltar a vida, o bem e o homem pois a vida é boa, o bem existe (e muito) e o homem é instrumento para que tudo isso aconteça!

"...se quisermos modificar uma situação, primeiro temos que modificar a nós mesmos. E, para nos modificar efetivamente, antes temos de modificar as nossas percepções."(Stephen R. Corey)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Por que gosto de surrealismo/fantasia?


Gosto da simbologia pois gosto da "possibilidade de" saber que as coisas podem mudar, que cada um tem seu grau de evolução, e tudo/todos merece respeito.
Sei que não posso mudar o mundo pois não sou dona da verdade, mas posso me transformar, dividir o que você achar que há de bom em mim prá você, e assim multiplicar.

Que farei aqui?


Amo pensar e escrever, aqui compartilho pensamentos meus e quando não meus, citarei o autor sempre que eu souber e se por desconhecimento citar algo que já tenha "dono/a" não vai aí nenhuma má intenção, quem conhecer por favor me aponte.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Educadora

(Ainda estou me adaptando a nova ortografia, portanto peço paciência para o que estiver incorreto)

Sou Pedagoga, educadora.
Indissociável: Yone da educação.
Formalmente penso que, informalmente todos somos educadores (ou deseducadores dependendo do que fazemos) pois acredito que a Educação acontece mais pela ação do que pela fala.
De nada adianta o discurso se for diferente do que se faz, não convencerá à ninguém.
A verdadeira referência que transmitimos (do que se deve ou não fazer) é nossa vivência.
Estou Educadora formal, mas sou educadora!