quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Como administro meu sentimento

O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós (Jean-Paul Sartre - França - [1905-1980] - Escritor, Filósofo)
E eu digo: não sou responsável por tudo o que acontece comigo, mas sou responsável com o que faço disso.
Falo agora de dias difíceis, sim, todos temos dias difíceis e nesses dias às vezes travo uma luta interior entre o sentimento "cru" (que age por puro impulso) e o sentimento administrado (ponderado antes da ação)
Exemplificando: quando tropeço (difícil acontecer) forte em alguma coisa e dá vontade de falar um palavrão (pensamento "cru") aí eu penso, prá que falar um palavrão... já passou (sentimento administrado).
Não gosto de palavrão.
Bom são tantos sentimentos que vou citá-los parceladamente por dia pois é bastante conteúdo.
Começo com a raiva.(Dicionário inFormal - privação de raciocinio lógico, falta de calma, disturbio do equilibrio emocional)
Por favor se algum leitor nunca sentiu raiva peço que se manifeste e me dê a receita.
Não é comum eu sentir raiva, só quando passo do meu limite de tolerância e olha... meu grau de tolerência é bem grande.
Mas às vezes a raiva vem e quando percebo isso prefiro depois de todas as negociações possíveis, ficar quieta no meu canto. E se mesmo quieta no meu canto alguém me provoca aí eu digo: por favor me deixa ficar quieta senão posso dizer algo de cabeça quente e me arrepeder depois; e saio de perto.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


Só somos plenamente felizes quando a felicidade se estende à todos e a tudo.(Yone)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Evolução (ainda em construção)


"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."(Nietzsche)
Por quanta coisa passei, por quanta coisa passo... por quanta coisa passarei.
Cada pessoa é um mundo particular e ao mesmo tempo apenas parte do universo... somos únicos mas somos um.
Quanto mais eu consigo sentir eu vejo que minha percepção é proporcional ao meu entendimento... digo até, "os portais se abrem conforme meu caminhar".
E aí eu me pergunto: quanta coisa tem aí na minha frente, que eu ainda não vejo?
De onde vem esse questionamento?
Vem de toda a certeza de coisas que no decorrer da vida sempre estiveram lá e que eu progressivamente fui aprendendo a ver.
E as coisas que eu ainda não aprendi a ver/sentir?
E é por isso que eu penso: só se entende aquilo que se conhece.
Indo mais além, aquilo que se conhece pelo menos um pouco pois a verdade não é absoluta ela depende da ação e da recepção.
Não acredito que alguém consiga ser isento de julgar ou ser julgado, mas acredito num julgamento construtivo.
Acredito num julgamento não condenador e punitivo, mas ponderador que nos leva a fazer escolhas para um bem estar pessoal e coletivo.