sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vem pro ECODANÇA, vem!

Bom, nesse final de semana (Sexta Sábado e Domingo) estarei trabalhando no ECODANÇA,vai ser "show de dança", diversas modalidades e categorias com um pessoal de bem com vida e bastante competente.











Bhetto Bastelli
V FESTIVAL ECODANÇA COMEÇA HOJE NO TEATRO VITÓRIA
INGRESSOS A VENDA NO LOCAL ($10,00 INT. E $5,00 MEIA)
ABERTURA SOLENE, PENKA CANGAROVA E THIAGO OLIVEIRA COM CISNE NEGRO
1ª NOITE DE COMPETIÇÃO E ENCERRAMENTO COM A COREOGRAFIA PREMIADA EM JOINVILLE DO STUDIO DANIELA ALONSO DE LIMEIRA

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Viver nem sempre é fácil, mas sempre é maravilhoso.
To me sentindo numa montanha russa e to cansada... to descendo, to saindo daqui.
A partir de agora, vou cuidar melhor de mim.
Desde já, chega de abraçar tarefas que não são minhas ao ponto de me deixar de lado.
Fazer (sem esperar nada em troca) é um prazer se é para alguém que precisa e não consegue fazer, mas por comodismo de outro (e principalmente meu), to fora!
To me chacoalhando e o excesso tá caindo, que vá prá onde achar melhor.
Quando percebo que erro por falta de conhecimento (mesmo sofrendo as consequências do erro) me desculpo, mas aprendo.
Se erro o mesmo erro, não me perdoo.
Sei que minhas intenções são boas e só se sustentam quando praticadas, então to me livrando de pesos mortos porque to usando minha energia concretizando meus objetivos.
Metaforizando: "te ofereço com carinho um jantar, to sem ajudante, por favor, "lave sua louça, sou sua companhia, não sua empregada."
É fácil (não prá mim, mas prá quem é incensível)chutar cachorro morto pois ele não consegue reagir.
Eu não chuto ser vivo algum, não sou cachorro e estou viva, me estimo e reajo!
Estimo também a todos, mas to indo prá bem longe de tudo que tenta me impedir de crescer e de traumas que ainda tentam me acorrentar.
"Vamo junto" nisso ou então, com licença pois to indo, antes que eu me perca e/ou perca quem é especial prá mim.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011


















Aaaaaaaaiiiiiiiii!!!!!!
Chegaaaaaaaaaaaaa!!!!!!

A MULHER BOAZINHA (Martha Medeiros)

Qual o elogio que uma mulher adora receber?
Bom, se você está com tempo, pode-se listar aqui uns setecentos: mulher adora que verbalizem seus atributos, sejam eles físicos ou morais.
Diga que ela é uma mulher inteligente, e ela irá com a sua cara.
Diga que ela tem um ótimo caráter e um corpo que é uma provocação, e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito, da sua aura de mistério, de como ela tem classe: ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter o cargo vai depender da sua perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe, que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades, que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade, seu bom gosto musical.
Agora quer ver o mundo cair?
Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha.
Voz fina, roupas pastel, calçados rente ao chão.
Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja, cuida dos sobrinhos nos finais de semana.
Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor.
Nunca teve um chilique.
Nunca colocou os pés num show de rock.
É queridinha.
Pequeninha.
Educadinha.
Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos.
Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas.
Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos.
A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas, crucifixo em cima da cama, tudo certinho.
Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um
desejo incontrolável de virar a mesa.
Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas.
Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais.
Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen.
Ser chamada de patricinha é ofensa mortal.
Pitchulinha é coisa de retardada.
Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa.
Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo.
As boazinhas não têm defeitos.
Não têm atitude.
Conformam-se com a coadjuvância.
PH neutro.
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas,
apressadas, é isso que somos hoje.
Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos.
As “inhas” não moram mais aqui.
Foram para o espaço, sozinhas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Boa semana a todos!




"Ninguém foge aos princípios de causa e efeito, mas ninguém está privado da liberdade de renovar o próprio caminho, renovando a si mesmo.
Cada um de nós onde se encontre agora permanece em meio da colheita daquilo que plantou, com a possibilidade de efetuar novas sementeiras." (André Luiz)







"Recria tua vida, sempre, sempre...
Remove pedras e planta roseiras e faz doces.
Recomeça."(Cora Coralina)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sou alguém muito especial (desconheço autoria, li no perfil de um amigo virtual e compartilho)

EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL

Sou campeão por natureza.
Mesmo antes de nascer já fui merecedor de uma medalha de ouro.
Sim, concorri com mais de 360 milhões de espermatozóides, chegando entre os 100 primeiros colocados, e mesmo contra todas as probabilidades, eu fui o primeiro, o único, numa corrida que não existe segundo lugar.
Nasci para ser um vencedor.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Já fui um embrião de apenas uma célula, hoje tenho mais de 60 trilhões de células completamente saudáveis.
Tenho mais células que todo o número de estrelas existentes no universo.
Cada célula contém o gene BCL2 que se divide infinitamente, ocorrendo a imortalidade das células.
Nasci para ter vida, não para a morte.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meu corpo é agraciado com 200 ossos, 560 músculos, mais de 8 quilômetros de fibras nervosas. Tenho 4 milhões de estruturas sensíveis ao tato.
Posso perceber as temperaturas as vibrações e tudo mais necessário para minha sobrevivência.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meu sangue percorre em um único dia mais de 270 mil quilômetro, desloca-se entre mais de 70 mil veias, artérias e vasos capilares.
Em apenas um litro de meu sangue, encontram-se mais de um trilhão de células, levando vida à todo meu organismo.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meus pulmões inalam 23 mil vezes ao dia, tem mais de 600 milhões de bolsões, purificando o ar que necessito para a vida.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meu coração possui 4 válvulas que bombeiam mais de 2 milhões 160 mil litros de sangue para todo o corpo, durante todo o ano.
Meu coração em um único dia bate mais de 103 mil vezes, algo próximo de 36 milhões de batidas por ano.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meus olhos possuem mais de 100 milhões de receptores que me possibilitam distinguir o dia da noite, as cores e todas as belezas do universo.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Minha pele se renova incansavelmente a cada micro de segundo, se renovando sempre e exatamente igual a que já possuo.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meus ouvidos possuem 24 mil fibras que vibram a cada som, cada palavra.
EU SOU ALGUÉM MUITO ESPECIAL
Meu cérebro possui mais de 13 bilhões de células nervosas.
Meu cérebro pode processar até 30 bilhões de bits por segundo. Possui o equivalente a 10 mil quilômetros de fios e cabos.
Meu sistema nervoso contém cerca de 28 bilhões de neurônios. Cada neurônio, por sua vez, é um minúsculo computador auto-suficiente, capaz de processar 1 milhão de bits de informações. Pode atacar diversos problemas simultaneamente ou reconhecer um rosto familiar em menos de um segundo.
Portanto, não me falta recurso, as vezes o que me falta é a capacidade de fazer uso destes recursos.
Basta minha própria herança para me deixar rico.
Tenho o poder de mudança dentro de mim, e o mais extraordinário deste poder é que eu já o possuo. Está dentro de mim mesmo.
Porém, todo poder do mundo, de nada vale, se não colocarmos em prática. É preciso começar, e é necessário que seja agora.
O hoje é o nosso melhor dia...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Muito lindo o que minha amiga Miriam escreveu quando eu disse que às vezes é tão difícil saber o que fazer e como fazer: " ..então vc fecha seus olhos, se liberta d tres coisas: julgamento, preocupação com a opinião dos outros, e o receio d errar. Então, substitui esses 3 'elementos' pela certeza d q qq coisa q vc fizer, é exatamente o q tem q fazer......"
Pois é, viver é realmente encantador!
(Essa é uma maneira de agradecer às pessoas que me querem bem, acreditam em meu potencial, me mostram o que ainda não percebi e me ajudam a lembram de que: posso ser minha melhor amiga ou inimiga, isso depende da minha escolha e ação).


Oi gente querida, não sei se percebem mas tenho escrito menos.
Tenho objetivos que quero realizar e prá isso estou priorizando agir mais, então... meu tempo está mais ocupado.
Prá mim, escrever é um prazer, saber que pessoas visitam meu blog e voltam a visitar é gratificante. Por que?
Porque se pelo menos uma palavra que escrevo for útil ou prazerosa prá mais alguém então eu fico feliz.
Saibam que são bem vindos e recebidos com carinho e respeito, grata pela atenção que me dão.
Bom, falando em “tempo ocupado”, com licença preciso ir agora, boa tarde prá vocês, abração grandão e lá vou eu transformar meus sonhos em realidade porque sei que só assim o melhor me acontecerá

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

... pois é, o conhecimento nos permite escolhas melhores. Aprender, escolher, agir, reagir...

Seu Pendrive tem Blutufe?

Estorinha bem bolada, mostrando a rapidez da modernidade, difícil, quase impossível, para quem está desatualizado. Então... a hora é agora, atualizar-se deve ser uma constante, "vamo que vamo"!

Oswaldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista:
­ Moça, vocês têm pendrive?
Temos, sim.
­ O que é pendrive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um.
Bom, pendrive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador.
­ Ah, É como um disquete...
Não. No pendrive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes. O disquete, que nem existe mais, só salva texto.
­ Ah, tá bom. Vou querer.
Quantos gigas?
­ Hein?
De quantos gigas o senhor quer o seu pendrive?
­ O que é giga?
É o tamanho do pen.
­ Ah, tá. Eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume.
Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ele pode arquivar.
­ Ah, tá. E quantos tamanhos têm?
Dois, quatro, oito, dezesseis gigas...
­ Hmmmm, meu filho não falou quantos gigas queria.
Neste caso, o melhor é levar o maior.
­ Sim, eu acho que sim. Quanto custa?
Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB?
­ Como?
É que para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.
­ USB não é a potência do ar condicionado?
Não, aquilo é BTU.
­ Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB.
USB é assim ó: com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador. O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo. O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2.
­ Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete? Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso. O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha, grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha? Os de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pendrive.
­ Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho.
Quem sabe o senhor liga pra ele?
­ Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que ainda nem aprendi a discar.
Deixa eu ver. Poxa, um Smarthphone! Este é bom mesmo! Tem Bluetooth, woofle, brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, flash, filmadora, radio AM/FM, TV digital, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, micro-ondas e conexão wireless....
­ Blu... Blu... Blutufe? E micro-ondas? Dá prá cozinhar com ele?
Não senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no sub-padrão, por isso é muito mais rápido.
­ Pra que serve esse tal de blutufe?
É para um celular comunicar com outro, sem fio.
­ Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para outro celular. Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria...
Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo. Com o Bluetooth o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio. Lista de telefones, por exemplo.
­ Ah, e antes precisava fio?
Não, tinha que trocar o chip.
­ Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip...
Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor.
­ Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip?
Momentinho... Deixa eu ver... Sim, tem chip.
­ E faço o quê, com o chip?
Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe.
­ Sei, sim, portabilidade, não é? Claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples? Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses, eu só preciso clicar nuns duzentos botões...
Nããão! É tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o seu filho? Anote aqui o número dele. Isso. Agora é só teclar, um momentinho, e apertar no botão verde... pronto, está chamando.
Oswaldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos ares, para um outro planeta: Oi filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, o seu pen drive é de quantos... Como é mesmo o nome? Ah, obrigado, quantos gigas? Quatro gigas está bom? Ótimo. E tem outra coisa, o que era mesmo? Nossa conexão é USB? É? Que loucura.
­ Então tá, filho, papai está comprando o teu pen drive. De noite eu levo para casa.
Que idade tem seu filho?
­ Vai fazer dez em março.
Que gracinha...
­ É isso moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB.
Certo, senhor. Quer para presente?
Mais tarde, no escritório, examinou o pendrive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro, capaz de gravar filmes! Onde iremos parar? Olha, com receio, para o celular sobre a mesa. "Máquina infernal", pensa. Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos, um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou tenha a infelicidade de ter mais de quarenta, saberá compreender.
Em casa, ele entrega o pen drive ao filho e pede para ver como funciona. O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse, abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um 'havy metal' infernal invade o quarto e os ouvidos de Oswaldo. Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz:
-Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pendrive para qualquer lugar e onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo.
­ Teu celular tem entrada USB?
É lógico. O teu também tem.
­ É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pen drive e ouvir pelo celular?
Se o senhor não quiser baixar direto da internet...
Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo na mulher e disse: ­
Sabe que eu tenho Blutufe?
Como é que é?
­ Bluetufe. Não vai me dizer que não sabe o que é?
Não enche, Oswaldo, deixa eu dormir.
­ Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador, toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem?
Claro que lembro, Oswaldo. Hoje é bem melhor, né?
Várias coisas numa só, até Bluetufe você tem. E conexão USB também.
Que ótimo, Oswaldo, meus parabéns.
­ Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido. Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar.
Ué? Por quê?
­ Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado.
Por falar nisso temos que trocar nossa televisão.
­ Ué? A nossa estragou?
Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, slowmotion e reset.
­ Tudo isso?
Tudo.
­ A nova vai ter blutufe?
Boa noite, Oswaldo, vai dormir que eu não agüento mais...

(o autor é desconhecido, mas pode ser algum de nós, ou alguém, que nasceu nos anos 40, 50, 60,70, 80, até nos 90)