sexta-feira, 15 de março de 2013

Sou positivista mas... se não mexe comigo não cresço, gosto do que me toca.

‎"É bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós." (Franz Kafka)

sábado, 9 de março de 2013

Pois é 2 rsrs

Gosto não se discute mas grandiosidade com humildade não é tão fácil assim de se encontrar.

Pois é

fadas (simbolizando) existem sim. São livres, amorosas, felizes, e fiéis ao que querem. Visíveis e presentes para quem as sente, inexistentes prá quem não consegue vê-las. Fadas também podem ter as asinhas machucadas, exatamente por essas pessoas que não as vêm... simplesmente passam por elas, as atropelam (nem percebem isso) e vão embora. O bom é que fadas são protegidas, se recuperam logo e continuam seu voo. Feliz é aquele que acredita em seu sonho, sente sua fada e se realiza na verdade de que tudo é possível quando há vontade e sintonia.

sábado, 2 de março de 2013

Minhas conclusões óbvias, sobre eu mesmo rsrs (em construção)

Sou da paz, zen, sou forte. O meu jeito de ser é o mesmo que me torna amável ou não, dependendo de quem me sente. Prefiro a verdade (mesmo dolorida) do que a mentira (mesmo aparentemente doce). To sempre de braços abertos prá chegada mas se quiser despedida então tchau, seja feliz. Não sou revanchista mas me dou ao direito de ficar longe do que não me faz bem. Perdoar é uma coisa, perder a memória é outra. Tenho bastante facilidade ao perceber um erro meu, chegar e pedir perdão. Sou fisicamente pequena, escolho a suavidade, sutileza, gentileza. Sei do contrário disso e sei fazer se quiser (e bem), mas não quero isso prá mim, quem quiser que viva assim. Penso que todos sentem coisas boas e ruins, a diferença está em como agimos com elas. Passo algumas vezes por dificuldades que me desafiam, me sacodem, doem, me levam prá uma evolução maior. E por essas e outras que minha vida é leve, feliz, consciência limpa.