Tinkerbell Pink Glitter Wings Blog Yone pensando alto

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Amei estar lá, Prêmio Yamato (Brasil)














Um dos dubladores premiados, aliás vem sendo premiado há vários anos por muitos trabalhos, o "cara é O CARA", tanto em dublagem quanto em humanidade, muito "gente boa", é um prazer conhecê-lo pessoalmente.
Sou sua fã assumida rsrs




Empresa de Hermes

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Não sou uma esperança, sou uma realidade evolutiva

Se eu achasse que tudo sei, que triste, estaria condenanda à falta de crescimento.



Vanessa Da Mata - ONDE IR

Esses são "os irmãos" da Layla... pensam que são passarinhos rsrs

...pois é, aqui todos convivem em harmonia (natureza, pessoas, animais...) acho que dá prá perceber né.
Essa "farra toda" acontece nesse arbusto plantado no vaso, imagine agora o que fazem no jardim rsrs
Agora me diz, dá prá não se encantar com eles?






Layla, prá essa " tiro o chapéu"! (em construção)



É uma alegria conviver com ela, por isso apresento-a à vocês.
Bom, ela nasceu durante os jogos, na penúltima copa do mundo, filha de Maia (já "viajou" e vive em nosso coração) e neta de Preta que vive em São Paulo feliz e saudável com sua família.
Quem conhece Layla sabe, ela é educada e obediente e o seu comportamento foi aprendido no dia a dia somente com uma "boa conversa."
Percebe o que cada um da casa está sentindo e ai de quem tentar nos fazer algum mal.
Um dia eu estava chorando, quando percebi, escutei e vi Layla pulando em mim,chorando junto, nossa, na hora parei e fui brincar com ela.
Ah, ela é ciumenta, quando nos abraçamos lá vem ela "em dois pés" entrar junto no abraço.
Algumas vezes, já à noite na hora do cansaço, chega Layla toda animada com seu brinquedo (bola, garrafa pet)na boca e não para de nos chamar enquanto não vamos "jogar bola".
Ela também ama brincar com os grãozinhos de sua ração, primeiro joga bola com eles, depois come.
Come quando estamos perto mas se a fome vem antes... ela leva os grãos prá comer onde estamos. Chega com eles na boca, brinca (ah, se algum grão cai onde ela não alcança chora até que alguém o pegue...) depois o come. Já to craque em fazer exercício por livre e espontânea pressão rsrs
Layla é assim, feliz, companheira, do bem.
Veterinários amam cuidar dela, nos vendo ela permite que façam tudo o que precisa ser feito sem fucinheira, sem amarras, sem resistência. Dizem que nunca tinham visto antes um "bichinho" tão fácil de se lidar.
Gente, ela nem sabe mas já salvou vida, foi doadora de sangue.
Layla é mimada? É sim, ela merece, nosso amor é recíproco.
Sabe, melhor eu parar por aqui senão acabo escrevendo um livro... e outra coisa, ela tá aqui com a bola, querendo brincar rsrs

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Se for mais veloz que a luz então escapo da tristeza, deixo toda a dor prá trás"

Namastê



Se é mesmo verdade que atraímos pessoas parecidas conosco então acho que estou no caminho certo pois tenho amigos maravilhosos.

A corrente do bem


Marquês de Maricá disse: "Se você me enganar a primeira vez, a culpa é sua, mas se você me enganar a segunda vez, a culpa é minha."

Continuo achando um absurdo a divulgação da exaltação de "o mundo tá perdido" e da omissão de "ações maravilhosas estão acontecendo", sou ser pensante e sensitiva, alienada jamais!!
Penso que quando alguém me traz alegria a melhor maneira de agradecer é também levar alegria à outro, a corrente do bem pode e deve continuar.
Vamos juntos nisso, unidos somos invencíveis!

terça-feira, 5 de julho de 2011

É uma alegria saber que a experiência que compartilho pode ser útil para alguém

Paulo Coelho

Texto adaptado de uma história de Portia Nelson:

Eu caminho pela rua.
Existe um buraco na calçada.
Estou distraído, pensando em mim, e caio lá dentro.
Me sinto perdido, infeliz, incapaz de pedir ajuda.
Não foi minha culpa, mas de quem cavou aquele buraco ali.
Eu me revolto, fico desesperado, sou uma vítima da irresponsabilidade dos outros e passo muito tempo lá dentro.
Eu caminho pela rua.
Existe um buraco na calçada.
Finjo que não vejo, aquilo não é meu problema.
Eu caio de novo lá dentro.
Não posso acreditar que isso aconteceu mais uma vez.
Devia ter aprendido a lição e mandado alguém fechar o buraco.
Demoro muito tempo para sair dali.
Eu caminho pela rua.
Existe um buraco na calçada.
Eu o vejo.
Eu sei que ele está ali, porque já caí duas vezes.
Entretanto, sou uma pessoa acostumada a fazer sempre o mesmo trajeto.
Por esse motivo, caio uma terceira vez: é o hábito.
Eu caminho pela rua.
Existe um buraco na calçada.
Eu dou a volta em torno dele.
Logo depois de passar, escuto alguém gritando -deve ter caído naquele buraco.
A rua fica interditada, e eu não posso seguir adiante.
Eu caminho pela rua.
Existe um buraco na calçada.
Eu coloco tábuas em cima.
Posso seguir meu caminho e ninguém mais tornará a cair ali.

(presente da amiga Ceci, grata!)